qui., 11 de jul. | Teatro Minaz

Workshop: “Música-como-teatro: gestos e sons em cena”

Com Heitor Oliveira
A inscrição está fechada
Workshop: “Música-como-teatro: gestos e sons em cena”

Horário e local

11 de jul. de 2019 19:00
Teatro Minaz, Rua Carlos Chagas, 273 - Jardim Paulista

Sobre o evento

De 10 a 13 de julho, Ribeirão Preto recebe o Coletivo N·S·L·O, grupo de criação e performance musical, que realiza, no Teatro Minaz, a terceira etapa de seu projeto artístico, com apoio do programa Rumos Itaú Cultural 2017-2018. A programação conta com dois concertos, além de atividades de formação e intercâmbio.

O Coletivo N·S·L·O reúne cinco músicos que se conheceram em Porto Alegre, no contexto do Programa de Pós-Graduação em Música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS): Heitor Oliveira (compositor), Gina Arantxa (flautista), Renan Simões e Sabrina Souza (violonistas) e Dario Rodrigues Silva (pianista). Com significativas trajetórias artísticas e acadêmicas independentes, os músicos unem forças para uma empreitada colaborativa. 

O projeto Coletivo N·S·L·O: colaboração compositor-intérpretes na criação musical contemporânea foi contemplado pelo programa Rumos Itaú Cultural 2017-2018. O objetivo é a criação gradativa de um repertório original baseado na interação, no potencial expressivo e em experiências compartilhadas pelos músicos. A execução do projeto, distribuída ao longo de 16 meses, se concretiza em cinco viagens que contemplam as cidades de origem ou atuação profissional dos seus integrantes. O pianista Dario Rodrigues Silva é egresso do Departamento de Música da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP-USP), onde estudou sob orientação do Prof. Dr. Fernando Crespo Corvisier.

A proposta criativa do Coletivo N·S·L·O é uma pesquisa artística inserida no diálogo com a música de concerto pós-1960. Distingue-se, principalmente, pela exploração de certas potencialidades estéticas da situação de performance musical, tais como a interação com o público e a inserção de elementos visuais e gestuais no roteiro das peças musicais. A exploração dessas possibilidades já dera origem a duas colaborações de Heitor Oliveira com outros membros do coletivo: As Gerações dos Mortais Assemelham-se às Folhas das Árvores, com o pianista Dario Rodrigues Silva, e I saw them together - I heard them together, com Trio Capitólio, da flautista Gina Arantxa. 

No âmbito do projeto contemplado pelo Rumos Itaú Cultural, serão desenvolvidas novas peças para formações de solos, duos e quarteto. Para Ribeirão Preto, o Coletivo N·S·L·O traz dois programas. No concerto do dia 12 de julho, ocorre a pré-estreia de uma experiência musical imersiva desenvolvida pelo coletivo, as charlas. Na noite seguinte, o programa do concerto incluirá duas outras criações do coletivo: Tudo é perdido quando o desejo fica repartido, para casal de violonistas e Novos sururus e quiprocós de um convescote chumbrega, para flautista e pianista. Essas peças contam com a participação de assistentes ─ voluntários do público que recebem instruções antes da performance ─ e exploram aspectos como improvisação e teatralidade.

Principal meio de apoio do Itaú Cultural à cultura brasileira, o Rumos nasceu em 1997. O objetivo do programa sempre foi valorizar a diversidade brasileira, estimular a criatividade e a reflexão sobre a cultura em nosso país e premiar artistas e pesquisadores de várias áreas.

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