dom., 31 de mar. | Teatro Minaz

Cantigas e Vilancetes Portugueses do Renascimento uma oficina teórica e prática

As inflexões musicais e de texto na interpretação da música antiga.
A inscrição está fechada
Cantigas e Vilancetes Portugueses do Renascimento uma oficina teórica e prática

Horário e local

31 de mar. de 2019 14:00 – 17:00
Teatro Minaz, Rua Carlos Chagas, 273 - Jardim Paulista

Sobre o evento

O objetivo desta oficina é oferecer a jovens coralistas e estudantes de canto uma vivência

sobre o repertório dos Cancioneiros Musicais Portugueses do Renascimento.

Serão apresentados alguns aspectos históricos desse repertório e sobre o desenvolvimento

dos Vilancicos (vilancete em Portugal) e Cantigas como gêneros musicais predominantes em

toda a península Ibérica desde fins da Idade Média e com grandes repercussões na música

tradicional dos países hispânicos e lusófonos.

Na segunda parte iremos trabalhar algumas peças do repertório da Capela Ultramarina, com

observações sobre o processo de construção das interpretações desse tipo de música.

Repertório:

Perdi a esperança

Por que me não vês Joana

Lágrimas de Saudade

No Val das mais Belas

Que he o que vejo

Fábio Vianna Peres - Natural de Niterói - RJ, é bacharel em música pela UNI-RIO, Pós-

graduado em Canto pela Faculdade de Música Carlos Gomes, de São Paulo e Especialista em

Gestão Cultural pelo Centro Universitário Senac. Especializou-se em instrumentos de cordas

dedilhadas barrocas - guitarra barroca e teorba - pelo Núcleo de Música Antiga da EMESP.

Criou em 2000 a Capela Ultramarina, conjunto que se dedica à execução historicamente

informada da música portuguesa e ibérica do passado. Em 2005 participou das “VIII jornadas

Internacionais – Escola de Música da Sé de Évora” em Portugal. Com a Capela Ultramarina

participou do circuito Sesi de Música nos anos de 2015 e 2016, com concertos em várias

cidades do Estado de São Paulo. Em 2016 foi um dos grupos convidados pelo Festiva UFF de

Música Antiga, promovido pela Universidade Federal Fluminense.

Desde 2000 é integrante do Coro da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Atualmente

é um dos integrantes da Comissão Artística da Fundação OSESP.

No período de 2004 a 2013, colaborou regularmente como cantor e instrumentista, com o

conjunto Audi Coelum.

Atua na área de gestão de projetos culturais e é, desde 2005, coordenador de projetos

culturais da Escola de Música de Jundiaí. É Assistente da Direção Artística e Coordenador de

Planejamento da Orquestra Municipal de Jundiaí, desde sua implementação em 2010, tendo

participação na realização de todas suas Temporadas de Concertos (2011 a 2018).

A inscrição está fechada

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